9º ANO - PORTUGUÊS



5ª SEMANA



ATENÇÃO: Faça as atividades em seu caderno. Não esqueça de identificá-la para futura correção.

 

  • Três tirinhas para você ler, divertir-se e responder às questões.

1- Observe os quadrinhos abaixo e faça o que se pede:

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a) Quem são os personagens da história?


b) Onde ela acontece? 

c) O que o Chico Bento estava carregando? 


d) Porque a Rosinha pediu ao Chico Bento para colocar o espantalho perto da árvore?



2- Crie um final para a história e desenhe o último quadrinho em seu caderno. Imagine as falas e pensamentos dos personagens. Desenhe balões nos quadrinhos apresentando essas falas ou pensamentos.

 

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Zezo é um menino mal-humorado, que detesta sair de casa.

 

  1.  A que se refere a palavra troço, no último quadrinho?

 

  1.  O que a última cena revela sobre os hábitos do garoto?

 

 

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  1.  Qual o gênero e a tipologia do texto?

 

  1. O humor do texto acontece porque:

a)   Maluquinho descobriu um novo remédio.
b)   a doença do mau hálito é muito incômoda.
c)   o remédio é a rolha do vidro e não o seu conteúdo.
d)   o remédio pode ser vendido para milhões de pessoas.

 7-   Os  três  sinais  de  exclamação  que  aparecem  no  primeiro  quadrinho  foram  usados para ressaltar:

a)   a descoberta de algo sem importância.
b)   a euforia do personagem com a descoberta.
c)   seu desejo de vender o remédio para o amigo.
d)   seu entusiasmo ao explicar como se tomava o remédio.


8-  A expressão do rosto do amigo de Maluquinho no último quadrinho revela:

a)   surpresa.  c) raiva

b)   desânimo.  d) decepção



4ª SEMANA

Leia a anedota (piada) a seguir, de Ziraldo, e responda  às questões.

A mãe chega na varanda e encontra o maluquinho ensinando palavrões pro papagaio:

          - Maluquinho, que é que você está fazendo, menino?

̶̶  Ora, mãe, estou ensinando para o papagaio as palavras que ele não deve dizer.

                                            

 (O livro do riso do Menino maluquinho. 2. ed. São Paulo: Melhoramentos, 2000.p. 74.)


  1. O papagaio é uma ave que fala, mas a fala dele é diferente da do ser humano.


  1. Como se ensina um papagaio a falar?

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  1. Portanto, qual é a diferença fundamental entre a fala do papagaio e a do ser humano?

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  1. Na anedota há uma falta de coerência, que é intencional.


  1. Qual é a incoerência apresentada pela anedota?

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  1. Você acha que o Maluquinho falou a verdade ao responder à pergunta da mãe?

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  1. A incoerência geralmente é um problema nos textos. No entanto, nessa anedota a incoerência tem um papel importante. Por quê?

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  • COERÊNCIA TEXTUAL são as conexões de ideias que conferem sentido ao texto.


Para sabermos se um texto é coerente, é necessário levar em conta vários 

Aspectos da situação: quem produziu o texto, para quem, qual é o gênero textual, qual a finalidade do texto, etc.

Em relação à anedota de Ziraldo, se considerarmos apenas o que o Menino Maluquinho diz à mãe, acharemos que a fala dele é incoerente. Entretanto, se levarmos em conta que se trata de uma anedota, perceberemos que a fala do Maluquinho é coerente com a finalidade do gênero, que é criar humor.


  1. Nas anedotas a seguir, o interlocutor interpreta de forma incoerente a fala do emissor. Identifique o termo (palavra) responsável pela interpretação equivocada.


  1. Na lojinha da estação:

̶̶  Me dá uma ratoeira, rápido, que eu tenho que pegar o trem.

̶̶  Desse tamanho nós não temos. ________________________________________

                                                                      



  1. A enfermeira disse ao médico:

           ̶̶  Doutor, um cego  quer vê-lo.

̶̶  Diga para ele que não faço milagres. ____________________________________



  1. O freguês foi à farmácia e perguntou ao farmacêutico:

̶̶  O senhor tem remédio para barata?

̶̶  E o que é que a pobre baratinha está sentindo? ____________________________


                                                                   (Ziraldo. As anedotinhas do bichinho da maçã. São Paulo: Melhoramento, 1998.)



Leia a tirinha abaixo.C:\Users\IZA MAESTRI\Documents\Miguelito.jpg


                                                                                                                           (Quino. Mafalda. São Paulo: Martins fontes,1990.)


  1. Miguelito está conversando com a professora. O que ele relata nos três primeiros quadrinhos?

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  1. Considere o que Miguelito diz no último quadrinho e conclua: O que ele relatou nos quadrinhos anteriores aconteceu de fato?

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  1. Por que o garoto fez tal relato para a professora?

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  1. Na sua opinião, o relato de Miguelito é coerente? Por quê?

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3ª SEMANA 

  • Leia a fábula a seguir, observando o modo como o texto está organizado.


OS ANIMAIS E A PESTE


    Em certo ano terrível de peste entre os animais, o leão, mais apreensivo, consultou um mono de barbas brancas.

    − Esta peste é um castigo do céu – respondeu o mono – e o remédio é aplacarmos a cólera divina sacrificando aos deuses um de nós

    − Qual? – perguntou o leão.

    − O mais carregado de crimes.

    O leão fechou os olhos, concentrou-se e, depois duma pausa, disse aos súditos reunidos em redor:

    − Amigos! É fora de dúvida que quem deve sacrificar-se sou eu. Cometi grandes crimes, matei centenas de veados, devorei inúmeras ovelhas e até vários pastores. Ofereço-me, pois, para o sacrifício necessário ao bem comum.

    A raposa adiantou-se e disse: 

    − Acho conveniente ouvir a confissão das outras feras. Porque, para mim, nada do que Vossa Majestade alegou constitui crime. Matar veados – desprezíveis criaturas; devorar ovelhas – mesquinhos bichos de nenhuma importância; trucidar pastores – raça vil merecedora de extermínio! Nada disso é crime. São coisas até que muito honram o nosso virtuosíssimo rei leão.

    Grandes aplausos abafaram as últimas palavras da bajuladora, e o leão foi posto de lado como impróprio para o sacrifício.

    Apresenta-se em seguida o tigre e repete-se a cena. Acusa-se ele de mil crimes, mas a raposa prova que também o tigre era um anjo de inocência.

    E o mesmo aconteceu com as outras feras.

    Nisto chega a vez do burro. Adianta-se o pobre animal e diz:

    − a consciência só me acusa de haver comido uma folha de couve da horta do senhor vigário.

    Os animais entreolharam-se. Era muito sério aquilo. A raposa toma a palavra:

    − Eis, amigos, o grande criminoso! Tão horrível o que ele nos conta, que é inútil prosseguirmos na investigação. A vítima a sacrificar-se aos deuses não pode ser outra, porque não pode haver crime maior do que furtar a sacratíssima couve do senhor vigário.

    Toda a bicharada concordou e o triste burro foi unanimemente eleito para o sacrifício.

    Aos poderosos, tudo se desculpa; aos miseráveis, nada se perdoa.


                    (Monteiro Lobato. Fábulas. São Paulo: Brasiliense, 1962. p. 91.)


Vocabulário


Alegar: justificar, argumentar.

Aplacar: enfraquecer, abrandar.

Apreensivo: preocupado, receoso.

Bajulador: adulador; aquele que enaltece para obter vantagens.

Mono: designação dada aos macacos em geral.


ATIVIDADES:

                       

  1. A fábula está organizada em parágrafos. Quantos parágrafos há nela?

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  1. Nos textos narrativos, há geralmente várias vozes. Uma é do narrador, que conta a história, e as outras são das personagens, que conversam entre si. Identifique de quem é a voz nos seguintes trechos.

  1. “− A consciência só me acusa de haver comido uma folha de couve da horta do senhor vigário.” ___________________________________________________

  2. “− Acho conveniente ouvir a confissão das outras feras.” ___________________

  3. “Toda a bicharada concordou e o triste burro foi unanimemente eleito para o sacrifício.” ________________________________________________________


  1. Que sinal de pontuação indica o início da fala de cada personagem?

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  1. Leia esta história em quadrinhos, de Ziraldo.


O que você precisa saber sobre proteção auditiva - ppt carregar

                                   (As melhores tiradas do Menino Maluquinho. São Paulo: Melhoramentos, 2000. P.92.)

   

Reproduza em forma de diálogo a fala das personagens da história. Para isso, empregue travessões e verbos como dizer, perguntar, indagar, responder, etc.

Escreva um parágrafo inicial, contando brevemente como as personagens se encontraram, em que lugar estão, etc. e escreva outros para explicar o que ocorre no decorrer da história. ( Faça no caderno de Português)




2ª SEMANA 

Você gosta de bichos de estimação? E alguma vez já sentiu vontade de ter     um cavalo, um macaco, um boi? Mas como conviver com animais quando se vive em uma cidade grande?”

MENINO DE CIDADE

 

  ̶  Papai, você deixa eu ter um cabrito no meu sítio?

    ̶  Deixo.

    ̶ E porquinho-da-índia? E ariranha? E macaco? E quatro cachorros? E duzentas pombas? E um boi? Um rinoceronte?

  ̶  Rinoceronte não pode.

  ̶  Tá bem, mas cavalo pode, não pode?

         O sítio é apenas um terreno do estado do Rio, sem maiores perspectivas imediatas. Mas o garoto precisa acreditar no sítio, como outras pessoas precisam acreditar no céu. O céu dele é exatamente o da festa folclórica, a bicharada toda, e ele, que nasceu no Rio e, de má vontade, vive nessa cidade sem animais.

         Aliás, ele mesmo desmente que o Rio seja uma cidade sem bichos, possuindo o dom de descobri-los nos lugares mais inesperados. Se entra na casa de alguém, desaparece ao transpor a porta, para voltar depois de três segundos com um gato ou cachorro na mão. A gente vai andando por uma rua em Copacabana, ele some e ressurge com um pinto em flor. É chegar na Barra da Tijuca, e daí a cinco minutos, já apanhou um siri vivo.

         Localiza eletronicamente todos os animais da redondeza, anda pela rua em disparada, cumprimenta aqui um papagaio, ali um ganso, mais adiante um gato, incansável e frustrado.

        Não distingue marcas de automóvel, em futebol não vai além de Garrincha e Nilton Santos, mas sabe perfeitamente o que é um mastiff, um boxer, um doberman. Dá informações sobre as pessoas de acordo com os bichos que possuam: aquele é o dono do Malhado, aquela é a dona do Lord... Ao telefone, pergunta por patos, gatos, e outros cachorros, centenas, milhares de cachorros, cachorros que prefere aos companheiros, cachorros que o absorvem na rua, na escola, na hora das refeições, cachorros que costumam latir e pular em seus sonhos, cachorros mil.

        Sua literatura é rigorosamente especializada: livros coloridos sobre bichos. Engatinha mal e mal na leitura, mas fala com uma proficiência um pouco alarmante a respeito de répteis, batráquios etc. Filho de mãe inglesa, confunde forke knife, mas sabe o que é seal e walrus. Se pede um pedaço de papel é para desenhar a zebra ou a baleia.

        É claro que sua frustração causa pena. Por isso mesmo, há algum tempo, ganhou como consolo um canarinho-da-terra. Um dia, como lhe dissessem que iam dar o passarinho, caso continuasse a comportar-se mal, correu para a área e abriu a porta da gaiola.

        Deram-lhe um bicudo, mas o bicudo morreu de tanto alpiste. Ganhou, mais tarde, uma tartaruga, pequenina e estúpida, que recebeu na pia do banheiro o nome de Henriqueta. Nunca qualquer outro quelônio deu tanto serviço. Foi ao dentista na cidade, e, ao voltar, disse ao pai, pela primeira vez, uma palavra horrível: estou desesperado. Tinha perdido a tartaruguinha no lotação.

        Ficou o vazio em sua vida. O alívio era ligar o telefone interurbano para a avó e indagar pelos patos que “possuía” em outra cidade. Ou fazer uma visita à futura mãe de Poppy, este é um poodle que deverá nascer daqui a meio ano, prometido de pedra e cal para ele.

        Outro expediente: caçar borboletas, mariposas, grilos, alojar carinhosamente os insetos nas gaiolas vazias, chamar-lhes pelos nomes dos antigos bichos mortos ou desaparecidos.

        Um tio deu-lhe outra vez um canário, o carinho foi demais, o passarinho morreu. Não há nada a fazer, por enquanto, e ele dedicou-se à arte de desenhar bichos. De vez em quando, ainda se anima e entra em casa afogueado, mostrando alguma coisa invisível nas mãos: “Olha que estouro de grilo!”

        Mas os grilos e as borboletas legais morrem ou saem tranquilamente das gaiolas, e ei-lo novamente de mãos e alma vazias.

        Deu um jeito: arranjou alguns pires sem uso e plantou sementes de feijão. O banheiro está cheio de brotos verdes, tímidos. E ele já sabe que possui uma fazenda.

           Fonte: Mello, M. A., org. 2003. Nossas palavras.

RJ, José Olympio.


Entendendo a crônica:

 

01 – O interesse do menino pelos animais é retratado logo nos primeiros parágrafos da crônica. O que, na fala do garoto, comprova esse fato?

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02 – No sexto parágrafo, o narrador afirma que o sítio ao qual o menino se refere é apenas um terreno no estado do Rio de Janeiro.

 

a)   Levante hipótese: Por que o menino chama o terreno de sítio?

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b)   Para o narrador, “O garoto precisa acreditar no sítio, como outras pessoas precisam acreditar no céu”. Por que para o menino, o sítio é uma espécie de céu?

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03 – Na crônica lida, o narrador além de relatar fatos, também expressa opiniões.

a)   De quem é a opinião sobre a inexistência de animais na cidade do Rio de Janeiro?

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b)   O menino também tem sua opinião? Por quê?

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c)   No penúltimo parágrafo, que trecho expressa, nas palavras do narrador, o sentimento de frustração do menino por não conviver com animais?

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04 – O narrador se empenha em mostrar a maneira como o garoto vê o mundo.

  1. Que conhecimento o menino tem sobre marcas de automóvel? E sobre raças de cachorro?

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b)   O menino se refere às pessoas como “o dono do Malhado”, “a dona do Lord”, etc. o que isso revela sobre os interesses dele?

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05 – Embora o narrador não informe a idade do menino, é possível notar que se trata de uma criança em fase de aprendizagem de leitura e da escrita. Que elementos do texto comprovam esse dado sobre o garoto?

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06 – Na realidade, o menino ganha alguns animais, sendo um deles um canarinho-da-terra.

a)   Na sua opinião, por que, diante da ameaça de que, se continuasse a se comportar mal, ia dar o passarinho, o menino resolve soltar a ave?

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b)   De que maneira o menino trata os outros animais de estimação que ganha?

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07 – O menino vive em uma grande cidade e, por isso, não convive com animais tanto quanto gostaria.

a)   Quem é Poppy?

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b)   Que importância tem os insetos para o menino?

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c)   As tentativas do garoto de conviver com animais o deixam satisfeito? Por quê?

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08 – No final do texto, o menino começa a plantar semente de feijão. Segundo o narrador, os brotos verdes que enchem o banheiro o levam a sentir-se dono de uma “fazenda”.

 

  1. O que a fazenda de brotos de feijão representa para o menino?

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b)   Do início para o fim do texto, o principal desejo do menino se modifica? Justifique sua resposta.

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Produção de texto

 

A seguir, há uma  proposta de produção de história em quadrinhos. Desenvolva uma história tendo como base a piadinha abaixo.

 

 

O bebezinho da casa do Juquinha chorava o dia inteiro. Um dia, não agüentando mais aquele berreiro, o amigo Don Juquinha disse-lhe:

 ̶  Seu irmão é chato, hein? O menino é chorão!

 ̶  pois eu acho que ele ta certo.

 ̶  Certo como?

 ̶  Queria ver o que você faria se não soubesse falar, fosse banguela, careca e não conseguisse ficar de pé!

 

(Donaldo Buchweitz, org. Piadas para você morrer de rir.

 

  • Transforme a piadinha numa história em quadrinhos. Siga as instruções:

 

  1. Risque na folha em branco cinco quadrinhos.

  2. Desenhe em cada um deles uma parte da piadinha assim:

 

  • No primeiro quadrinho, coloque um bebê chorando desesperadamente; use os recursos gráficos que você já estudou (sinais de pontuação,onomatopéias...);

  • No segundo quadrinho, o bebê chorando, dois garotos olhando para ele e um balão com a primeira fala do texto saindo da boca de um dos garotos.

  • No terceiro quadrinho, somente os dois garotos, e o irmão do bebê, indignado, respondendo;

  • No quarto quadrinho, o outro garoto fazendo a pergunta com cara de espanto;

  • No quinto quadrinho, a conclusão do irmão do bebê.

 

Procure mostrar o comportamento das personagens por meio de gestos e da expressão do rosto.

 

  1. Dê um título à história, incorporando-o ao primeiro quadrinho e pinte os desenhos.

 

 

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

 

 

 

 

 1ª SEMANA


LEIA O TEXTO ABAIXO

 

 

COMO É FEITO O CHICLETE?

 

Primeiro se faz uma mistura de vários tipos de borracha, que é chamada de goma base. Depois são incluídos resinas e óleos vegetais, que amaciam a massa, substâncias minerais, que encorpam a mistura, e açúcar, corantes, aromas e ácidos, que dão o sabor. em seguida, essa massa é esticada, cortada e são acrescentados um xarope de açúcar e essências que formam a casquinha crocante do chiclete. Aí é só embrulhar.

                                            (Maria Carolina cristianini)

 

  1. Todo texto tem uma finalidade. Qual a finalidade do texto que você acabou de ler?

 

  1. Descrever as características do chiclete.

  2. Informar como o chiclete é feito

  3. Enumerar os produtos de que é feito o chiclete.

  4. Apresentar os ingredientes do chiclete.

 

  1. Quem produziu o texto, para explicar a fabricação do chiclete, mencionou o nome de vários ingredientes.

 

  1. Quais são eles?

_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. As palavras correspondentes ao nome desses ingredientes pertencem à classe dos substantivos. Que outros substantivos há no texto?

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. Escreva  pelo menos três substantivos que nomeiam objetos usados pelos seguintes profissionais.

 

  1. Cozinheiro - ________________________________________________________

 

  1. Jogador de futebol - __________________________________________________


 

  1. Pedreiro - __________________________________________________________

 

  1. Médico - ___________________________________________________________


 

  1. Professor - _________________________________________________________

 

  1. Bombeiro - _________________________________________________________

 

  1. Você já sentiu saudade de alguém ou algum lugar? Existem muitos sentimentos ou sensações que experimentamos na vida.

 

  1. Faça uma lista de sentimentos e sensações que você já teve.

______________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. A que classe gramatical os nomes correspondentes a esses sentimentos e sensações pertencem?

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LEIA A ANEDOTA A SEGUIR E RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 1 A 7.

 

 

VERBOS

 

A professora disse para Mariazinha:

 ̶  Mariazinha, me dê um exemplo de verbo.

     ̶  Bicicreta!  ̶  respondeu a menina.

 ̶  Não se diz “bicicreta”, e sim “bicicleta”. Além disso, bicicleta não é verbo. Pedro, diga você um verbo.

 ̶  Prástico!  ̶  disse o garoto.

 ̶  É “plástico”, não “prástico”. E também não é verbo. Laura, é sua vez: me dê um exemplo correto de verbo  ̶  pediu a professora.

 ̶  Hospedar!  ̶  respondeu Laura.

 ̶  Muito bem!  ̶  disse a professora.

 ̶  Agora forme uma frase com esse verbo.

 ̶  Os pedar da bicicreta é de prástico!

http://criancas.uol.com.br/piadas.

 

  1. A situação que envolve a professora e os alunos Mariazinha, Pedro e Laura ocorre durante uma aula.

 

  1. De que disciplina é a aula? __________________________________________

 

  1. Comprove sua resposta com elementos do texto.


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  1.  A professora pede um exemplo de verbo aos alunos. Por que as respostas de Mariazinha e de Pedro estavam erradas?

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  1. A professora faz a pergunta a Laura e inicialmente considera correta a resposta dela.

 

  1. O que a professora supôs ao ouvir a resposta de Laura?

 

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. O que Laura tinha em mente quando respondeu?

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. Quando a professora compreendeu a resposta de Laura?

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  1. Observe as respostas dos três alunos. O que há em comum na fala dos três?

______________________________________________________________________________________________________________________________________

 

  1. Leia a tirinha abaixo.

Agora responda:


  1.  No quadrinho 1, Otto começa a dar um alerta ao Heitor. Leia até o final e diga o que o menino queria alertar.

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2- Nos quadrinhos 2, 3 e 4 quais são os recursos de linguagem não verbal utilizados pelo autor ? Depois escreva o que aconteceu com o Heitor nessa sequência.

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3-  Você reparou nas reticências que aparecem no primeiro e no último Quadrinho? O que elas significam?

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